Dra Roberta Ferraz: Os Desafios da Radiologia de Alta Qualidade

Mais do que um gesto de carinho, cuidar de um animal de estimação é fazer tudo pela sua saúde. Foi com essa filosofia que a Dra. Roberta Ferraz chegou à equipe do CRV Imagem. Nesta entrevista, a nossa mais nova radiologista fala um pouco sobre a sua carreira e a importância de pedir os exames certos para garantir a saúde dos nossos bichos.

 

Há quanto tempo você é veterinária e que cargo ocupa no CRV Imagem?

Me formei no ano de 2015. Ocupo o cargo de Radiologista, atualmente trabalho com ultrassonografia e radiografia, mas espero incluir em breve tomografia computadorizada e, mais para frente, ressonância magnética!

 

Amo veterinária porque…

É uma profissão que me permite não só estar junto mas também cuidar e, no meu caso, contribuir para o diagnóstico e consequente tratamento e cura dos nossos queridos animais.
 
 

Dra Roberta Ferraz durante a Residência: período para colocar o conhecimento em prática.

 

O que os médicos pedem pouco a você e deveriam pedir mais?

Citologia/biópsia guiada por ultrassonografia, que corresponde a um método rápido, seguro, que oferece maior acurácia de diagnóstico e menores riscos para o paciente.

 

Qual o caso / paciente mais te desafiou e por quê?

No geral os pacientes que mais me desafiam são os silvestres. Cada espécie tem uma particularidade específica, alguns órgãos em topografia diferente quando comparado a cães e gatos. Os tamanhos são os mais variados possíveis, desde um passarinho até um rinoceronte e alguns ainda são fortes e agressivos podendo causar danos significativos.Então, todo cuidado é pouco, tanto em relação a eles quanto a nós.

 

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O que tem no CRV que as pessoas ainda não sabem?

No CRV, contamos com um atendimento especializado e diferenciado. Todos nós amamos o que fazemos e fazemos com carinho, cuidado e atenção que todos os pacientes merecem. Além disso, contamos com uma equipe extremamente capacitada e excelentes equipamentos e estrutura.

 

No CRV Imagem: integrando às equipes de Raios-X e Ultrassonografia. No horizonte: Tomografia e Ressonância.

 

Por que preferiu a clínica particular ao invés de optar pelo sistema público?

Foi principalmente em função da forma como são conduzidos os casos. Na clínica particular, nosso objetivo é a eficiência no diagnóstico e o consequente tratamento e cura dos nossos pacientes. Nos hospitais públicos, muitas vezes o atendimento leva uma eternidade, não há vagas para realização de exames, o exame nem sempre é realizado nas condições adequadas. Muitas vezes não há uma comunicação eficiente entre os diferentes setores. Em muitos casos o tempo entre a ida ao médico veterinário e o diagnóstico é de extrema importância para o prognóstico do paciente.

 

Na sua opinião todo médico veterinário deve fazer residência? Por quê?

Claro! Com toda certeza. Na minha residência eu tive um enorme aprendizado, tanto no âmbito pessoal como profissional. Não adianta sabermos a teoria se não colocarmos em prática, e na minha opinião, a prática é a melhor forma de fixação do conhecimento. Na UNESP de Botucatu, que foi onde realizei a minha, há uma casuística enorme e atendimento das mais variadas espécies e raças, desde um canino S.R.D. até uma onça pintada!

 

Algum pet em casa? Quantos?

Atualmente tenho quatro lindos e bagunceiros cães. Em breve pretendo adotar um gatinho.

 

 

 

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