A crescente relação entre Roedores e Tomografia

A Medicina Veterinária está em constante evolução: o surgimento de novas técnicas, aplicações e equipamentos promove mudanças no modo de pensar e agir dos médicos. A informação, nestes casos, é crucial para avaliarmos as novidades e construirmos um posicionamento crítico a respeito delas.

Em visita à Universidade de Edimburgo, na Escócia, Dra Tais Guimarães, radiologista do setor de Tomografia do CRV Imagem, conta o que viu de novo no uso da tomografia para diagnóstico de roedores.

 

“Recentemente, visitei o setor de Diagnóstico por Imagem da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e acompanhei um número significativo de exames de roedores e coelhos: avaliações de dentição e também de corpo inteiro (cabeça, tórax e abdome).

Embora ainda não exista nenhum trabalho científico publicado sobre a eficácia e/ou indicação de exame de corpo inteiro de roedores, no exterior, ele é ocasionalmente aplicado.

 

A tomografia e os roedores

A Tomografia é muito mais sensível para detectar alterações ósseas do que o exame radiográfico, por exemplo. Além de conseguir identificar as alterações mais precocemente, ela possibilita uma avaliação dos tecidos moles adjacentes, verificando a presença de possíveis abscessos; e quando existem a real extensão deles, proporcionando melhor planejamento cirúrgico e prognóstico mais fidedigno.

 

Membros da família

Quando comparada a outras modalidades de exame, a tomografia tem sua eficácia preterida por conta do valor do exame e da necessidade de anestesiar o paciente. Muitos proprietários desistem da tomografia por não considerarem esses pequenos animais como membros da família”.

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